
Durante grande parte de sua trajetória acadêmica e profissional, a enfermeira Emily Sanders ouviu que sua deficiência auditiva seria um obstáculo impossível de superar dentro da área da saúde.
“Muitas pessoas duvidaram que eu conseguiria atuar na enfermagem. Isso apenas me motivou ainda mais.”
Mesmo enfrentando dúvidas e desafios, Emily decidiu seguir sua paixão pelo cuidado ao paciente e construir uma carreira baseada em empatia, determinação e adaptação.
Ao longo da formação, ela precisou encontrar maneiras diferentes de aprender habilidades clínicas que dependiam fortemente da audição, especialmente a ausculta cardíaca e pulmonar.
Segundo ela, alguns momentos foram emocionalmente difíceis.
“Houve situações em que senti que precisaria provar constantemente minha capacidade”, explicou.
Tecnologia como ferramenta de inclusão
Foi durante essa jornada que Emily conheceu a tecnologia da Eko.
Com recursos de amplificação sonora e visualização digital dos sons cardíacos e pulmonares, ela passou a realizar exames clínicos com muito mais confiança.
“A possibilidade de visualizar e ampliar os sons mudou completamente minha experiência”, afirmou.
Segundo Emily, a tecnologia ajudou não apenas na prática clínica, mas também em sua confiança pessoal e profissional.
“Pela primeira vez senti que tinha acesso às mesmas informações clínicas de forma clara e consistente.”
Ela acredita que ferramentas acessíveis podem ajudar muitos outros profissionais com deficiência auditiva a seguirem carreira na área da saúde.
Representatividade e inclusão na saúde
Além do atendimento aos pacientes, Emily também se tornou defensora de ambientes de ensino e trabalho mais inclusivos dentro da medicina e enfermagem.
Para ela, diversidade fortalece a área da saúde e amplia a capacidade de empatia entre profissionais e pacientes.
“Pacientes precisam ver que existem diferentes tipos de profissionais cuidando deles”, comentou.
Ela também destaca como sua própria experiência ajuda a criar conexões mais humanas com pacientes que enfrentam desafios físicos ou emocionais.
Transformando barreiras em inspiração
Hoje, Emily vê sua trajetória como prova de que tecnologia, acessibilidade e determinação podem abrir portas antes consideradas impossíveis.
Seu objetivo é inspirar outros estudantes e profissionais da saúde a não desistirem de seus sonhos por causa das limitações impostas por outras pessoas.
“Você não precisa se encaixar em um padrão para cuidar bem das pessoas.”
A Eko continua apoiando profissionais da saúde com ferramentas que ampliam a acessibilidade, fortalecem a confiança clínica e ajudam a criar ambientes médicos mais inclusivos e humanos.
