Uma Conversa com Rick Rubinstein: Como a Tecnologia Apoia o Cuidado em Terapia Respiratória Neonatal

Uma Conversa com Rick Rubinstein: Como a Tecnologia Apoia o Cuidado em Terapia Respiratória Neonatal

Para Rick Rubinstein, terapeuta respiratório especializado em cuidados neonatais e pediátricos, trabalhar com pacientes extremamente frágeis exige precisão, empatia e dedicação absoluta.

“Considero isso meu chamado — uma forma de servir pacientes e famílias em momentos de grande necessidade física e emocional.”

Atuando em unidades neonatais intensivas, Rick dedica sua carreira ao cuidado de recém-nascidos prematuros e crianças em situações críticas. Sua trajetória na terapia respiratória começou ainda na adolescência, após uma experiência hospitalar que despertou interesse pela área médica.

Anos depois, ele decidiu seguir definitivamente a carreira em terapia respiratória ao descobrir sua paixão pela fisiopatologia cardiopulmonar.

Hoje, Rick trabalha no sul da Flórida oferecendo suporte respiratório especializado para alguns dos pacientes mais delicados do ambiente hospitalar.

Tecnologia que faz diferença em momentos críticos

Em sua rotina clínica, Rick utiliza o Eko CORE™ Digital Attachment combinado com equipamentos neonatais para melhorar a clareza da ausculta durante atendimentos críticos.

Segundo ele, a amplificação sonora ajuda especialmente em situações de emergência envolvendo recém-nascidos prematuros.

“É muito mais fácil ouvir claramente os batimentos cardíacos de um prematuro durante procedimentos críticos”, explicou.

Rick também destaca como a tecnologia auxilia mesmo diante de sua própria deficiência auditiva, permitindo continuar trabalhando com confiança em ambientes extremamente barulhentos, incluindo ambulâncias e transportes aeromédicos.

Compartilhando conhecimento e criando confiança

Além do atendimento clínico, Rick utiliza os recursos Bluetooth da tecnologia Eko para compartilhar auscultas com estudantes, profissionais em treinamento e familiares dos pacientes.

Segundo ele, isso fortalece tanto o aprendizado quanto a relação de confiança com as famílias.

Em um dos momentos mais marcantes de sua carreira, Rick relembra o atendimento a um bebê prematuro na UTI neonatal cujos pais estavam extremamente apreensivos e receosos com os cuidados médicos.

Utilizando o estetoscópio conectado a uma caixa de som Bluetooth, ele permitiu que os pais ouvissem os sons respiratórios do bebê enquanto explicava a melhora observada após o tratamento.

“A partir daquele momento, eles começaram a confiar mais na equipe”, comentou.

Escuta clínica e cuidado humano

Para Rick, a tecnologia funciona como uma extensão do cuidado humano — ajudando profissionais a ouvir melhor, ensinar melhor e se conectar melhor com pacientes e famílias.

Ele acredita que clareza clínica e empatia devem caminhar juntas dentro da medicina.

“No final, tudo se resume a cuidar das pessoas da melhor forma possível.”

A Eko continua apoiando terapeutas respiratórios e profissionais da saúde com ferramentas que ampliam a clareza diagnóstica, fortalecem o ensino clínico e ajudam a oferecer cuidado mais humano em ambientes críticos.