
Para o clínico geral Dr. Luis Fernandez, o exame físico continua sendo uma das partes mais importantes da medicina. No entanto, ele acredita que ferramentas modernas podem ampliar significativamente a precisão clínica e tornar as consultas mais educativas e envolventes para os pacientes.
“Os pacientes adoram conseguir ouvir e visualizar os próprios batimentos cardíacos. Isso transforma completamente a experiência do exame.”
Após mais de duas décadas utilizando um estetoscópio tradicional, o Dr. Fernandez decidiu incorporar a tecnologia CORE™ da Eko em sua prática clínica para melhorar a ausculta cardíaca e pulmonar.
Segundo ele, a amplificação sonora rapidamente fez diferença em avaliações cardiovasculares e respiratórias realizadas diariamente no consultório.
“A melhora acústica ajudou muito nos exames clínicos”, explicou.
Transformando o exame físico em experiência educativa
Além da clareza sonora, o Dr. Fernandez passou a utilizar os recursos digitais da Eko como ferramenta de educação para pacientes.
Durante as consultas, ele grava sons cardíacos e demonstra em tempo real como exercícios respiratórios podem influenciar a frequência cardíaca.
Segundo ele, os pacientes ficam mais envolvidos quando conseguem visualizar e ouvir aquilo que está sendo avaliado.
“Eles aprendem sem perceber que estão aprendendo”, comentou.
O médico acredita que essa abordagem fortalece a participação ativa dos pacientes no próprio cuidado e melhora a comunicação durante as consultas.
Mais precisão para identificar alterações cardíacas
Com a utilização dos dispositivos digitais da Eko, incluindo o 3M™ Littmann® CORE Digital Stethoscope e posteriormente o CORE 500™, o Dr. Fernandez afirma que conseguiu identificar alterações clínicas que poderiam passar despercebidas com equipamentos convencionais.
Entre os casos mais marcantes, ele relembra a identificação inesperada de um bloqueio cardíaco em uma paciente aparentemente saudável durante um exame de rotina. Posteriormente, um eletrocardiograma confirmou o diagnóstico.
Em outro caso, recursos de análise de ritmo ajudaram a identificar fibrilação atrial em um paciente que desconhecia completamente a condição.
“Isso realmente amplia a capacidade do exame físico”, afirmou.
Tecnologia e cuidado humano trabalhando juntos
Apesar do entusiasmo com inovação e inteligência artificial aplicada à medicina, o Dr. Fernandez acredita que a tecnologia deve servir para fortalecer — e não substituir — a relação entre médico e paciente.
Para ele, ferramentas digitais ajudam profissionais a ouvir melhor, explicar melhor e criar consultas mais colaborativas.
“Ver e ouvir ao mesmo tempo faz uma enorme diferença.”
A Eko continua desenvolvendo tecnologias que unem amplificação sonora, inteligência artificial e comunicação clínica para ajudar profissionais da saúde a oferecerem diagnósticos mais precisos e experiências mais humanas aos pacientes.
